Neuromarketing – está Presente na Nossa Vida à Todo Momento

Neuromarketing a ciência que explica o que influencia o nosso cérebro

Você já ouviu falar em Neuromarketing?

Se a sua Resposta é Não, é importante você saber que todos os dias ela é usada na maioria das coisas que vemos no nosso dia-a-dia.

Constantemente somos bombardeados com propagandas que utilizam diversas técnicas do Neuromarketing, mas que não são feitas para atingir o lado racional do nosso cérebro, mas sim, para atingir em cheio o nosso subconsciente, ou seja, são técnicas feitas para atingir o nosso lado emocional.

Assim acabamos tomando a decisão de comprar o produto, divulgado nestas campanhas, de forma irracional.

E no momento que a razão deixa de existir, ficamos indefesos, nos tornamos presas fáceis.

Sabemos que 85% das decisões que tomamos, são feitas no subconsciente. Por isso, alguns estímulos podem ser decisivos na hora da compra.

Podemos ver isso no padrão das embalagens de xampu, elas mostram imagens de cabelos lisos e volumosos, também a imagem de pessoas felizes. Desta forma, elas demonstram para o nosso subconsciente que comprando este xampu o meu cabelo também ficará liso e volumoso, e depois, ficarei feliz com o resultado do uso.

O Neuromarketing é um estudo que tenta entender de forma cientifica o comportamento de consumo do Ser Humano.

O Neuromarketing já comprovou que o Comportamento de Consumo dos Humanos são 90% Inconsciente.

Os Segredos do Neuromarketing

Nós humanos temos comportamentos de consumo nada racionais, desde prestar atenção, ou não, em uma propaganda, depois na escolha do produto e até a tomada de decisão de comprar ou não.

Como o ser humano não sabe o que o levou a certos comportamentos, pois não são perceptíveis, se ele responder a uma pesquisa, estará dizendo algo que seja condizente com os seus costumes culturais, religiosos e sociais. Mas nunca conseguirá dizer a verdade ou o real motivo do comportamento.

Este estudo conclui que não há como entender o real comportamento do consumidor usando somente métodos convencionais de pesquisa de mercado, que utilizam simples entrevistas e questionários, com análises feitas em gráficos.

Descobriu- se que é preciso muito mais!

Estas informações anteriores ao comportamento observável são processadas nas várias áreas do cérebro e por isso o diagnóstico científico pode nos ser muito útil na busca pela verdade.

Para entender o comportamento humano no momento do consumo, é necessário buscar as informações anteriores ao próprio comportamento, antes da decisão de aceitar um produto.

Pois já se sabe, desde os estudos do cientista Benjamin Libe, pioneiro no campo da consciência humana, que o cérebro decide milésimo de segundos antes que tenhamos consciência dessa decisão.

Em laboratório, sensores mapeiam as reações positivas e negativas do cérebro a certos estímulos, como cores e sons. Essas informações, se bem analisadas, são cruciais para as agências de propagandas. 

Uma pesquisa quantitativa pode ser feita, sem dúvida alguma, na forma de observação, basta contar quantos compraram que já teremos todos os dados necessários para concluí-la.

Já em uma pesquisa que se diz ser qualitativa, não pode ser feita somente com uso dos métodos ortodoxos, pois o que se descobrirá, certamente não será o real motivo de compra.

Qual a maior conclusão que podemos tirar disso tudo?

As pesquisas tradicionais dizem muito pouco sobre porque realmente compramos.

E o Neuromarketing está muito mais próximo desta resposta.